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Ustra reflui com bolsonarismo 10 anos após morte, mas apologia a torturador continua

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Dez anos após sua morte, o primeiro militar da ditadura (1964-1985) reconhecido como torturador pela Justiça, Carlos Alberto Brilhante Ustra, passa por um refluxo de imagem na direita, embalada pela perda de fôlego do bolsonarismo.
Morto em 15 de outubro de 2015 com câncer, ele foi homenageado meses depois na Câmara dos Deputados por Jair Bolsonaro no processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT). Mas sua relação com o polÃtico, que chegou a tratá-lo como herói, é maior que isso, afirma o escritor e pesquisador Pádua Fernandes, autor de obra sobre o coronel.
O declÃnio de manifestações públicas a favor do torturador, porém, não fez cessar referências em tom elogioso no Legislativo, seja em nÃvel local ou nacional.
Ele também segue como um dos algozes ma

Ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias é apontado como favorito para a vaga aberta no STF (Supremo Tribunal Federal) com a aposentadoria de LuÃs Roberto Barroso, mas enfrenta uma campanha de ministros da corte em favor do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Apoiado enfaticamente pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o movimento dos magistrados se acirrou no segundo semestre de 2025, com a proximidade do fim do mandato de Barroso na presidência do tribunal e o aumento das especulações acerca de sua aposentadoria.
Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino são apontados como apoiadores de Pacheco. O senador contaria ainda com a simpatia de Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
Na noite desta terça-feira (14), o presidente Lula

Na balbúrdia que acompanhou a agonia da medida provisória do IOF, registrou-se, como se fosse um fato da vida, que o governo desistiu de aumentar de 12% para 18% a taxação dos lucros das casas de apostas. Na negociação dessa MP, diversos setores da economia foram buscar sua fatia de benefÃcios ou escapar dos dentes do leão da Receita. O agronegócio pegou a sua fatia, a turma do papelório se protegeu. Depois de muita conversa, mesmo desidratada, a MP alternativa foi a pique. O governo terá que buscar outros caminhos, visto que não gosta da ideia de cortar despesas.
Contudo, ficou uma pergunta: como as casas de apostas conseguiram baixar sua alÃquota de 18% para 12%? A Viúva perderia R$ 1,7 bilhão em 2026. Mistério. Vale lembrar que as casas de apostas já movimentam mais dinhe

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