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Doença genética rara faz cientistas reverem “centro do medo” no cérebro

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Uma doença genética rara identificada em pacientes da África do Sul está levando pesquisadores a reconsiderar uma das ideias mais conhecidas da neurociência: a de que a amígdala cerebral seria apenas o “centro do medo” do cérebro. Estudos com pessoas que têm a chamada doença de Urbach-Wiethe sugerem que a estrutura também desempenha papel importante em decisões sociais, confiança e preocupação com outras pessoas.
Os trabalhos são conduzidos por pesquisadores como o neurocientista social Jack van Honk, da University of Cape Town. Parte dos resultados mais recentes foi publicada em abril de 2025 na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), em um artigo sobre danos na amígdala basolateral e comportamento social. O grupo acompanha pacientes da região de Namaqua

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