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Risco climático já muda o crédito ao agro e exige nova estratégia do Brasil

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O risco climático já começa a mudar a forma como bancos, investidores e mercados avaliam o agronegócio brasileiro. Para especialistas, a capacidade de continuar produzindo diante de eventos extremos será cada vez mais determinante para acessar crédito, atrair investimentos e manter a competitividade internacional do setor.
As declarações foram feitas durante o programa O Clima na Faria Lima, apresentado por Marina Cançado. Participaram do episódio Renata Piazzon, CEO do Instituto Arapyaú, e Rodrigo Lima, sócio-diretor da Agroicone.
Segundo Rodrigo Lima, os impactos das mudanças climáticas já entraram no radar de instituições financeiras e devem ganhar peso crescente nas decisões de financiamento ao setor. “A hora que eu, por exemplo, olhar o risco climático para te dar o crédit

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Em um momento em que os mercados começam a demonstrar desconforto sobre se as somas gigantescas despejadas em inteligência artificial algum dia vão, de fato, dar retorno, os preços cobrados pelo setor por cada unidade de uso estão em queda.
O Silicon Data LLM Token Expenditure Index, que acompanha quanto os usuários pagam por tokens de IA, caiu quase 20% em relação ao pico registrado em maio, depois de quase dobrar desde seu lançamento, em dezembro. O indicador é hoje a leitura mais limpa disponível sobre o boom de mais de US$ 700 bilhões em capex que vem sustentando boa parte da força do setor.
Para investidores em ações, isso pode estar acendendo um alerta de que as empresas de IA estão perdendo poder de precificação diante de clientes cada vez mais sensíveis a custos — e que

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Uma das maiores promessas da inteligência artificial para o mercado de seguros não está necessariamente no preço das apólices (contratos de seguros), mas na velocidade de atendimento quando o cliente mais precisa: o momento do sinistro. Ou seja, quando ocorre o risco previsto no contrato, como um acidente ou o roubo do carro, por exemplo.
Levantamento da consultoria Bain & Company mostra que seguradoras que promovem transformações de ponta a ponta na gestão de sinistros podem alcançar ganhos de produtividade de até 35%.
Em seguros residenciais, esse tipo de iniciativa também pode reduzir em até 50% o tempo de processamento dos pedidos de indenização.
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Na prática, isso significa menos et

A Anthropic comunicou sua intenção de desenvolver medicamentos próprios, marcando uma ampliação significativa de sua atuação para além da criação de sistemas de inteligência artificial. A iniciativa foi apresentada em um contexto de crescente interesse do setor tecnológico pela pesquisa farmacêutica, com empresas buscando aplicar modelos avançados na geração de novos tratamentos.
De acordo com a companhia, o foco inicial estará na identificação de terapias voltadas a doenças negligenciadas. A informação foi compartilhada por um responsável pela área de ciências da vida da empresa durante um evento recente dedicado ao uso de inteligência artificial na ciência.
Especialistas ouvidos no setor afirmam que, embora a inteligência artificial já esteja integrada a diferentes fases da pesquisa biom

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