Trump transforma aniversário dos EUA em vitrine política, e festa de 250 anos expõe divisão do país

O presidente dos EUA, Donald Trump, gesticula ao chegar para discursar no Anfiteatro Burning Hills, no dia da inauguração da Biblioteca Presidencial Theodore Roosevelt, em Medora, Dakota do Norte, EUA, em 1º de julho de 2026 — Foto: REUTERS/Evan Vucci
As comemorações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos, celebrados neste sábado (4), foram cercadas de pressões, conflitos e polêmicas antes mesmo de acontecerem.
O aniversário histórico, planejado durante quase uma década para servir como um momento de união nacional, transformou-se em uma disputa sobre quem tem o direito de definir a narrativa da história americana e o significado do patriotismo.
O planejamento das celebrações começou em 2016, quando o Congresso criou a comissão bipartidária America250 para coordenar eventos em
As cerimônias em homenagem ao falecido líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, serão “a maior reunião da história de Teerã”, disse o prefeito interino da capital, Alireza Zakai, de acordo com a mídia do país. O funeral, originalmente previsto para o início de março, foi adiado devido ao conflito no Oriente Médio. A previsão é que a programação pública comece neste sábado (4).
Khamenei, que por 37 anos deteve a autoridade máxima sobre as principais questões de Estado, morreu aos 86 anos neste ano, quando os Estados Unidos e Israel atacaram com mísseis o seu complexo residencial e de trabalho. Os bombardeios de 28 de fevereiro abriram a guerra que tomaria conta da região.
Vários membros da família de Khamenei, incluindo filha e dois netos, também teriam sido mortos no ataque. Imagens de
O jogo decisivo ocorre a três meses do primeiro turno das eleições presidenciais de outubro. No Brasil, o futebol tem forte impacto social e já foi explorado politicamente – a exemplo do que ocorreu na ditadura militar, durante o governo de Emílio Garrastazu Médici (1969-1974).
Mas, nos dias de hoje, no maior período democrático da história do Brasil, o futebol e a busca pelo sonho do hexacampeonato mundial podem influenciar as eleições presidenciais?
O g1 perguntou a especialistas se o resultado nas quatro linhas é, de algum modo, levado em consideração pelo eleitor na hora de decidir o voto e como uma vitória, ou uma derrota, pode ajudar ou atrapalhar um candidato ao Palácio do Planalto (clique na pergunta para seguir à resposta).
Carlos Alberto Torres, capitão da seleção em 1970, com Em
Lula ao lado da governadora Fátima Bezerra durante evento no Rio Grande do Norte. — Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de 47 compromissos em 22 dias de viagens, visitas e entregas entre maio e junho, segundo levantamento feito pelo g1 a partir da agenda presidencial e de registros do governo federal. São Paulo foi o estado com mais agendas no período, com 12 eventos. Anúncios e lançamentos foram os compromissos mais recorrentes. Saúde e agronegócio aparecem como os temas mais frequentes dos eventos de que o presidente participou.
🔎 Pela Lei Eleitoral, a partir deste sábado (4), ou seja, três meses antes do primeiro turno das eleições, pré-candidatos ficam proibidos de participar de inaugurações de obras públicas, conforme o calendário eleitoral
Fontes
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/04/trump-transforma-aniversario-dos-eua-em-vitrine-politica-e-festa-de-250-anos-expoe-divisao-do-pais.ghtml
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/04/ira-transforma-funeral-de-ali-khamenei-em-demonstracao-de-poder.ghtml
- https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/07/04/um-titulo-do-brasil-na-copa-pode-ajudar-ou-atrapalhar-candidatos-a-presidente-veja-o-que-dizem-especialistas.ghtml
- https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/07/04/lula-viagens-lei-eleitoral.ghtml
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