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Zelensky diz que Rússia “perdeu o Mar Negro” e cria academia naval

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou neste sábado (4) a criação de uma nova Academia Naval em Odessa e afirmou que a Rússia “perdeu o Mar Negro”, ao defender os avanços das forças navais ucranianas desde o início da guerra.
Em publicação na rede social X, por ocasião do Dia da Marinha da Ucrânia, Zelensky disse que, “junto com os demais ramos das Forças de Defesa e Segurança da Ucrânia, a Marinha ucraniana alcançou o que muitos acreditavam ser impossível”. Segundo ele, “a Rússia perdeu o Mar Negro”.
De acordo com o presidente ucraniano, as operações militares realizadas após a retomada da Ilha da Serpente (Zmiinyi), incluindo ações contra a frota russa, portos e forças de ocupação na Crimeia, mostram que “a região do Mar Negro e a do Mar de Azov nunca serão um

O Paraguai lidera o crescimento regional na América do Sul, atrás apenas da Guiana — Foto: Getty Images
Na Copa do Mundo da Fifa de Futebol Masculino de 2026, a seleção do Paraguai não está entre as favoritas da América Latina.
Mas, em outro setor, o país vem marcando gols sem parar: a economia.
Nos últimos três anos, o Paraguai cresceu, em média, 5,5% ao ano, muito acima da média dos seus vizinhos e da América do Sul como um todo.
Números do Banco Mundial indicam que cerca de 300 mil paraguaios saíram da pobreza nos últimos dois anos. E 2025 registrou o índice de desemprego mais baixo dos últimos 13 anos.
Os economistas concordam que o país vive um boom econômico. Eles mencionam razões como um sistema tributário relativamente simples e competitivo, dívida pública moderada, baixa inflação,

Contra França, Paraguai quer milagre que geração de Gamarra quase conseguiu
Vinte e oito anos depois de um dos jogos mais emblemáticos da história das Copas, o Paraguai reencontra a França em um mata-mata decisivo, a partir das 18 (de Brasília), na Filadélfia, com a missão de buscar o “milagre” que lhe escapou por pouco no fim do século passado.
Na campanha do seu primeiro título mundial, em 1998, os “Bleus” a seleção guarani como adversária nas oitavas de final, justamente a mesma fase do confronto de hoje. E passaram um sufoco danado para sobreviver ao mata-mata.
Foram 114 anos minutos sem conseguir um gol, os 90 do tempo regulamentar, 15 da primeira etapa da prorrogação e mais nove do segundo tempo, esbarrando em um sistema defensivo que até parecia um muro intransponível.
A parte final

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