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“Debaixo do nariz das autoridades”: como Putin transformou Japão em antro de espiões

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TÓQUIO – Logo após a invasão da Ucrânia pelas tropas em fevereiro de 2022, líderes ocidentais expulsaram centenas de espiões russos de suas capitais e incluíram em listas negras empresas com ligações com o Kremlin.
O esforço coordenado tinha como objetivo dificultar a coleta de informações pelo Kremlin e a compra de equipamentos como microchips, transmissores e máquinas usadas para fabricar armas.
Desde então, segundo as autoridades, dezenas desses espiões exilados reapareceram em um lugar inesperado: o Japão.
As leis de espionagem brandas do país e a florescente indústria de alta tecnologia fizeram dele uma peça crucial no esforço de guerra russo. Cerca de 90% dos mísseis e drones russos contêm componentes japoneses, segundo estimativas do governo ucraniano.
No centro da opera

Coach, presidiário: que fim levou a seleção da estreia de Neymar no Brasil
O possível adeus de Neymar à seleção brasileira, após a eliminação na Copa do Mundo de 2026, encerra um ciclo que começou há exatos 16 anos cercado de expectativa.
Quando foi convocado pela primeira vez por Mano Menezes, em julho de 2010, o então atacante de 18 anos era tratado como o principal nome da renovação do futebol brasileiro. Ele era a grande esperança para ajudar o país a buscar o hexacampeonato mundial.
O desfecho, porém, foi aquém da expectativa. Maior artilheiro da história da seleção, Neymar disputou quatro Copas do Mundo, conquistou uma Copa das Confederações, em 2013, e um ouro olímpico, no Rio 2016, mas não conseguiu levantar o troféu mais importante do futebol.
Mas o que aconteceu com os outros 22

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