Após ameaçar China, Trump recua e mercado retoma fôlego

A semana deve começar agitada no mercado financeiro após o tombo nas bolsas americanas em mais um capítulo da guerra tarifária entre Estados Unidos e China. Neste domingo (12), o presidente Donald Trump tranquilizou os investidores ao afirmar que as relações comerciais com os chineses “ficarão bem”.
“Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem! O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento ruim. Ele não quer uma Depressão para o seu país, e eu também não”, escreveu Trump no Truth Social. “Os EUA querem ajudar a China, não prejudicá-la.”
Após a publicação, os futuros de ações nos EUA subiram: Dow Jones, 0,8%; S&P 500, 1%; e Nasdaq, 1,2%, segundo a CNBC. Na última sexta-feira (10), o Dow Jones perdeu 2,7%, a Nasdaq recuou 2,5% e a S&P 500 caiu 2,4% — a queda na S&P 500
As exportações da China cresceram em setembro mais que o esperado pelo mercado, mas incertezas sobre o desempenho do comércio exterior do país, após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciar novo aumento de tarifas para os produtos chineses, provocam volatidade nas Bolsas.
O que aconteceu
Exportações chinesas crescem mais que o esperado. As exportações da China aumentaram 8,3% em setembro ante mesmo mês de 2024, segundo dados divulgados por Pequim nesta segunda-feira (13). O desempenho é o melhor desde março, representa uma aceleração em relação a agosto, quando as vendas externas avançaram 4,4%, e ainda superou as projeções de mercado apuradas pela Reuters, que projetavam aumento de 6%.
Importações também avançam. As compras da China de outros mercados no mundo também acelerar
Fontes
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