Irã executa mais dois homens pelos protestos de janeiro

O Irã executou nesta terça-feira dois homens por seu envolvimento nos protestos em todo o país em janeiro, segundo informou a mídia estatal, em meio a uma série de sentenças de morte que, segundo grupos de direitos humanos, vêm sendo proferidas desde o início da guerra com os Estados Unidos.
Abolfazl Sepahi-Badjani e Amirhossein Safari-Hosseinabadi foram acusados de participar do assassinato de quatro membros das forças de segurança na Praça Alikhani, em Isfahan, em 8 de janeiro, informou o Mizan, veículo de notícias do Poder Judiciário.
Os protestos antigovernamentais em todo o país foram enfrentados com a maior onda de repressão da história da República Islâmica, durante a qual as forças de segurança mataram milhares de manifestantes.
Irã tem apostado em fechar o Estreito de Ormuz para p
Os EUA estão mesmo ficando sem armas na guerra contra o Irã?
– Author, Bernd Debusmann Jr
– Role, Repórter da Casa Branca
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– Tempo de leitura: 11 min
Quando o presidente americano, Donald Trump, subiu ao palco da Cúpula de Defesa e Inovação da Pensilvânia, nos EUA, no início deste mês, ao lado de CEOs de algumas das maiores empresas de defesa do país, ele tinha uma mensagem: é preciso aumentar o volume e a velocidade da produção de armas.
“Temos as armas de melhor qualidade do mundo”, disse Trump aos fabricantes de armamentos reunidos na Escola de Guerra do Exército dos EUA, ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth. “Mas precisamos produzir mais rápido.”
O governo Trump apresentou a cúpula como parte de uma estratégia com dois objetivos: revitalizar a indústria americana e
Fontes
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