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PF tentou evitar distribuição automática para Mendonça de investigação sobre Lulinha

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A abertura do inquérito para investigar Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha, mobilizou o gabinete do ministro André Mendonça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), além da área técnica da Corte. Um debate nos bastidores que se arrastou por quase uma semana diante da investida da Polícia Federal acabou escalando o desgaste dos investigadores com o gabinete de Mendonça, com direito a uma espécie de reviravolta eletrônica.
Ao encaminhar o pedido de abertura do inquérito, em 24 de julho, a Polícia Federal sustentou que a apuração tratava de fatos distintos dos investigados na Operação Sem Desconto. A PF vai investigar Lulinha por tráfico de influência e corrupção ao supostamente favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes

PF identificou 74 ligações entre Jaques Wagner e Augusto Lima
Relatório mostra que conversas somaram mais de 5h de comunicação entre o senador e o ex-sócio do Banco Master
O relatório da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal indica que o senador Jaques Wagner (PT-BA) fez 74 chamadas de áudio com o empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, de novembro de 2023 a 25 de maio de 2025. Os dados foram extraídos do celular do empresário, apreendido durante a operação Compliance Zero.
No período, as conversas somaram mais de 5 horas e 30 minutos de comunicação entre Wagner e Lima.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do inquérito, retirou o sigilo do relatório na 5ª feira (30.jul.2026). A PF classifica o material reunido como preliminar e indic

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