Marrocos atribui crise migratória em Ceuta à desinformação e ao tráfico

O governo do Marrocos se pronunciou pela primeira vez neste domingo (2) sobre a crise migratória que levou dezenas de milhares de pessoas a cruzar a fronteira rumo aos enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla.
Rabat vinha sendo criticada pelo silêncio sobre o incidente e acusada de facilitar a tragédia ao não impedir a travessia em direção a Ceuta nem de identificar que milhares de pessoas se deslocavam internamente no país rumo ao norte.
Em comunicado, o ministro do Interior marroquino, Abdelouafi Laftit, atribuiu a onda de travessias em massa à disseminação de informações falsas nas redes sociais, à atuação de redes de tráfico humano e à interpretação equivocada de uma decisão judicial espanhola relacionada à devolução de migrantes interceptados no mar.
Ele informou que pelo menos 40 mil pe
Fontes
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