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Irã pede controle das entradas no Estreito de Ormuz e supervisão das saídas

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DUBAI, 4 Ago (Reuters) – O Irã deseja ter controle sobre o tráfego marítimo de entrada pelo Estreito de Ormuz e visibilidade sobre o tráfego de saída, com a capacidade de intervir se necessário, de acordo com um plano que está sendo discutido com Omã para reabrir a via navegável estratégica, informou uma fonte iraniana de alto escalão à Reuters nesta terça-feira.
A fonte, que está envolvida nas negociações, disse que essa é “a ideia geral que está sendo discutida no momento” e especificou que a rota de saída seguiria um trajeto entre Irã e Omã, com a autorização de saída concedida por Omã após notificação ao Irã.
“É improvável que Teerã mude sua posição”, acrescentou a fonte.
Situação das negociações entre EUA e Irã é incerta após navio ser atingido em Ormuz
Donald Trump disse

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Nesta segunda-feira (dia 3), presidente dos EUA, Donald Trump, criticou a ExxonMobil e a Chevron, duas das maiores petroleiras americanas, pela disparada de seus lucros a reboque da alta dos preços do petróleo em meio à guerra no Irã que ele mesmo iniciou em fevereiro, ao lado de Israel. Segundo ele, as maiores petroleiras americanas estão “ganhando dinheiro demais” e pediu que elas “devolvam parte disso à população” e reduzam os preços da gasolina nos postos.
— Não gosto disso. Eu deveria ser a última pessoa a dizer isso, porque sou um grande defensor da livre iniciativa, ninguém mais do que eu — disse o presidente a jornalistas na Casa Branca. — Estão surpresos por eu dizer isso? Vou dizer em alto e bom som. Não estou satisfeito.
ExxonMobil e Chevron tiveram lucro conjunto de

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