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Escolha de Teresa Leitão para liderança do governo no Senado não deve resolver crise entre Lula e Alcolumbre

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A escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela senadora Teresa Leitão (PT-PE) para a liderança do governo no Senado não deve alterar o cenário de articulação do executivo no Congresso em função do rompimento com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Teresa Leitão foi escolhida por Lula após o antigo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), se afastar do cargo após ser alvo da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga ligações do senador com Augusto Lima, antigo sócio do Banco Master.
Ao anunciar o nome da senadora, Lula colocou como prioridades na Casa o avanço das propostas de emenda à Constituição (PECs) do fim da escala 6×1 e da Segurança, ambas paradas na gaveta de Alcolumbre.
Em sua primeira manifestação como líder, Teresa destaco

O governo federal quitou R$ 17,5 bilhões em emendas parlamentares que precisavam ser pagas até o final do mês de junho, conforme estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
🔎 O calendário aprovado na LDO prevê o pagamento no primeiro semestre de 65% das emendas individuais e de bancada a fundos de saúde, de assistência social e de transferências especiais, que podem ser aplicadas em qualquer finalidade (leia mais abaixo).
Apesar do montante ser de R$ 17,5 bilhões, ao todo, o governo federal pagou R$ 18 bilhões dessas emendas obrigatórias estipuladas pelo Congresso Nacional até a última sexta-feira (26).
O valor corresponde a 82,3% de todas as emendas parlamentares de 2026 pagas pelo governo este ano, R$ 21,5 bilhões. Ainda restam R$ 28,4 bilhões em emendas a pagar em 2026.
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