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Rio 10 anos após Olimpíada: metrô incompleto e segurança em crise

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Dez anos após a Olimpíada, o Rio ainda convive com dois dos principais desafios que prometeu superar para receber os Jogos. Na mobilidade, obras emblemáticas como a Linha 4 do metrô e o VLT mudaram a paisagem da cidade, mas a expansão da rede ficou pela metade e o crescimento da Barra voltou a pressionar o trânsito. Na segurança, a política de pacificação que ajudou a vender a candidatura olímpica não resistiu ao tempo, enquanto operações cada vez mais letais e a expansão do crime organizado mostram que a promessa de um legado duradouro permanece distante.
O GLOBO mostra, a seguir, como estão hoje dois dos principais pilares do legado olímpico: a mobilidade urbana e a segurança pública.
Mobilidade avançou, mas estrutura segue incompleta
Em 2016, foram inaugurados os primeiros s

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As ações da RD Saúde (RADL3) são o grande destaque de alta do Ibovespa na sessão desta quarta-feira (5): às 10h55 (horário de Brasília), os papéis saltavam 5,05%, a R$ 20,40.
A varejista farmacêutica registrou lucro líquido ajustado de R$432,7 milhões no segundo trimestre, alta de 7,4% na comparação anua. Já o resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$1 bilhão no período, valor 17,9% maior que o obtido um ano antes, com a margem ficando estável em 8%.
A empresa encerrou o segundo trimestre com 3.687 farmácias, sendo 76 aberturas de lojas.
O Bradesco BBI destaca resultados sólidos no 2T26, em linha com as suas estimativas, com destaque para a forte geração de fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) de R$ 498 milhões. Esse desempenho surpreendeu positivamente e

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A pressão sobre Gianni Infantino atingiu um novo patamar nos bastidores da Fifa. Após meses de desgaste provocado pela aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pela proposta de criar uma empresa para administrar e comercializar os torneios da entidade, o dirigente suíço agora enfrenta resistência de aliados históricos e vê crescer um movimento interno que ameaça seus planos de permanecer no comando do futebol mundial.
O descontentamento começou ainda antes da Copa do Mundo de 2026, mas ganhou força durante o torneio. Nos bastidores da Fifa, dirigentes passaram a questionar o protagonismo dado a Trump ao longo da competição, desde a cerimônia de abertura até aparições frequentes em eventos oficiais. A avaliação de parte das federações é de que a imagem in

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A Copa do Mundo de 2026 era o palco ideal para duas companhias mostrarem ao mundo — e aos investidores — seus momentos de reestruturação estratégica. Nike (NIKE34) e Adidas, algumas das principais marcas de materiais esportivos do mundo, no entanto, saíram do torneio ainda incapazes de responder todas as dúvidas do mercado.
Juntas, as empresas foram as principais fornecedoras de uniformes para a edição do torneio finalizada em julho. A Adidas desenhou as camisas de 14 seleções no mundial, enquanto a concorrente estampou sua marca em 12 times do torneio. Mesmo assim, suas ações enfrentaram queda entre o início e o final do evento.
No caso da Nike, uma empresa que enfrenta cinco anos consecutivos de perda no valor de suas ações, a Copa do Mundo se tornou uma plataforma importante

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