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“Efeito HALO”: as 14 ações brasileiras para surfar no tema anti-IA, segundo o Goldman

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O estrangeiro voltou para a Bolsa brasileira em julho muito por conta do reequilíbrio de carteiras, saindo das ações de Inteligência Artificial (IA) para os papéis conhecidos como HALO (Heavy Assets, Low Obsolescence). A sigla caracteriza empresas com muitos ativos físicos e baixo risco de saírem do mapa por conta da IA.
Por mais que o cenário seja de volatilidade e idas e vindas para as ações de IA, O Goldman Sachs aponta que a América Latina pode se beneficiar da estratégia de investidores globais de reduzirem a concentração em empresas de tecnologia e inteligência artificial dentro da estratégia HALO, colando assim diversas companhias brasileiras entre suas principais recomendações na região.
A tese parte da avaliação de que empresas intensivas em ativos tangíveis, como petr

A SpaceX enfrenta um momento decisivo para transformar suas ambições espaciais em crescimento concreto: o desempenho do foguete Starship passou a ser considerado peça central para os próximos projetos da empresa de Elon Musk.
A companhia, que abriu capital em junho deste ano, viu suas ações recuarem após o primeiro balanço trimestral divulgado como empresa pública. Investidores demonstraram preocupação com os elevados investimentos realizados, enquanto a administração mantém uma projeção de expansão agressiva.
O desafio está concentrado no desenvolvimento de um veículo capaz de transportar cargas maiores a custos muito menores do que os sistemas atuais. Sem o sucesso do Starship, iniciativas envolvendo novos satélites, inteligência artificial no espaço e expansão da rede Starlink ficam com

Pesquisadores brasileiros ocupam Hangzhou por um mês e não pedem folga
Cento e sessenta estudantes brasileiros de pós-graduação, de diversas partes do país, passaram o último mês em Hangzhou, um dos centros de tecnologia da China. Experimentaram carros voadores do Tianmushan Lab. Conheceram o Alibaba, gigante de pagamentos digitais e agora inteligência artificial, e diversas start ups. Foram até o Porto de Ningbo, o maior no mundo em carga.
Mas o que impressionou o diretor de relações internacionais da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Rui Oppermann, foi a visita que ele fez no domingo aos laboratórios. “Estava assim de brasileiro, agora eu te pergunto: quando é que se viu brasileiro trabalhando domingo numa universidade?”, falou, rindo. “Os pesquisadores

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