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Minidólar (WDOU26): tensão externa e Payroll elevam risco de volatilidade

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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (06/08) em queda de 0,19%, aos 5.142 pontos. O dólar à vista caiu contrariando a valorização da moeda norte-americana no exterior. O movimento doméstico foi sustentado pela venda de dólares por exportadores, mesmo após o Copom reduzir a Selic para 14% ao ano sem indicar claramente seus próximos passos. No mercado externo, novas ameaças do Irã aos Estados Unidos elevaram a tensão no Oriente Médio e impulsionaram o dólar e o petróleo.
Para os traders de minidólar, a divergência entre o mercado brasileiro e o exterior exige atenção. Na B3, o contrato para setembro recuou com a indefinição sobre os juros no Brasil, as tensões geopolíticas e o fluxo de exportadores entre os principais vetores

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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (06/08) em queda de 1,39%, aos 175.825 pontos, em um pregão dominado pela pressão vendedora. O Ibovespa caiu 1,23%, aos 175.546,36 pontos, pressionado por bancos, varejistas e Vale (VALE3). O mercado reagiu negativamente ao comunicado do Copom, que reduziu a Selic para 14% ao ano, mas deixou os próximos passos em aberto. No exterior, Wall Street recuou diante da possibilidade de alta dos juros nos EUA e das incertezas sobre a guerra no Oriente Médio, que também impulsionaram o petróleo.
Para os traders de mini-índice, a reação ao Copom, a alta dos juros futuros e o desempenho das bolsas norte-americanas seguem no centro das atenções. A repercussão dos balanços, especialmente de Petrobras

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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 1,23%, aos 175.546 pontos, após oscilar entre a mínima de 175.514 pontos e a máxima de 177.720 pontos. Na minha leitura, o fechamento próximo da mínima, somado à terceira baixa consecutiva, evidencia o fortalecimento da pressão vendedora. O índice também rompeu as médias móveis de 9 e 21 períodos, ampliando o risco de continuidade do movimento negativo.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa passou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para reverter essa configuração e retomar o fluxo de alta, considero necessária a entrada de força compradora capaz de superar a região de 178.720/181.560 pontos. Caso confirme o rompimento, o índice poderá avançar em direção à faixa de 187.780/192.890 pontos.
Na direção contrár

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