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Operação do Campo de Marte não deve ter impacto no setor imobiliário, prevê DECEA

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O Aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, se prepara para uma mudança operacional. A partir de 15 de setembro, o aeródromo passará a operar sob Regras de Voo por Instrumentos (IFR, na sigla em inglês), o que exigiu a criação de uma área de proteção de 20 km de raio ao redor do aeroporto. Segundo o tenente-Brigadeiro do Ar Sérgio Bastos, diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), o impacto sobre os projetos imobiliários foi muito menor do que se poderia imaginar.
“Os índices de aprovação permaneceram relativamente estáveis”, afirma. “Mesmo com a criação da zona de proteção IFR e o aumento dos pedidos para construção, a taxa de exigência para abertura de processos se manteve praticamente estável.”
Os números corroboram a fala do brigadeiro. E

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O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia hoje uma série de julgamentos de impacto para a política ambiental e os direitos indígenas. A Corte tem na pauta de agosto a deliberação de ações que contestam a constitucionalidade de leis que estabelecem desde o marco temporal para a demarcação de terras indígenas até a flexibilização do licenciamento ambiental.
A partir desta sexta-feira, o STF julga os últimos recursos sobre o marco temporal — tese que limita o direito dos povos originários apenas às terras que já ocupavam ou disputavam em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição.
Os ministros analisam três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs), que contestam a validade da lei aprovada pelo Congresso e tramitam de forma conjunta, sob relatoria de Gilmar Mendes

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Uma dívida do estado do Mato Grosso com a Oi se transformou em um esquema de corrupção segundo investigação da Polícia Federal, que nesta quinta (6) deflagrou a Operação Heritage, atingindo o ex-governador Mauro Mendes (União), o ex-secretário Fábio Garcia (União), o desembargador Ricardo Almeida e o procurador-geral estadual Francisco de Assis da Silva Lopes. A PF diz que R$ 308 milhões, referentes ao acordo da dívida, foram pagos a fundos de investimento, e após sucessivas operações teriam chegado a empresas com ligações com Mendes e Garcia.
Ao todo, há 85 alvos da operação, entre pessoas físicas e empresas ou fundos de investimentos, e foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Outro investigado é o conselheiro d

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