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Inflação volta à meta, mas cenário externo e El Niño preocupam economistas e BC

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A inflação perdeu força em julho, mas ainda é fator de preocupação para economistas e para o Banco Central (BC). O IPCA, índice oficial, avançou apenas 0,07% em julho, o menor percentual para o mês em quatro anos.
Ainda assim, o resultado veio acima das projeções de analistas, que previam alta de 0,03%. O leve descasamento entre expectativa e realidade é reflexo de serviços mais resistentes e de uma queda na alimentação menor do que a esperada pelos economistas.
Quando se observa o comportamento dos preços em um horizonte mais longo, porém, a taxa acumulada em 12 meses ficou em 4,44%, abaixo do teto da meta definida pelo BC, de 4,5%, pela primeira vez desde abril.
O índice de inflação foi divulgado no mesmo dia em que o BC divulgou a ata da última reunião do Comitê de Política

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Ainda que a redução do desmatamento observada no país nos últimos anos tenha trazido um certo respiro no campo ambiental, a diminuição da cobertura de vegetação nativa brasileira ocorrida nas quatro últimas décadas expõe o território nacional aos eventos extremos do El Niño. É o que mostram dados divulgados pelo MapBiomas nesta quarta-feira, obtidos por meio de imagens de satélite, sobre o período entre 1985 e 2025.
Os mapas revelam que o Brasil viu sua cobertura de vegetação nativa cair de 79% para 65% nestes 41 anos. Nesse cenário, o uso da terra passa a ser mais impactado pelos efeitos de secas e enchentes, por exemplo, que são agravadas em anos de El Niño, como em 2026. A expectativa é a de que o território brasileiro seja impactado pelo fenômeno neste segundo semestre.
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Casas Bahia, Americanas e Oncoclínicas divulgam hoje seus balanços do segundo trimestre em meio à preocupação dos investidores com a situação financeira das empresas.
O que você precisa saber
Casas Bahia, Americanas e Oncoclínicas divulgam hoje seus resultados após o fechamento do mercado. A análise dos investidores deve se concentrar na geração de caixa, no endividamento e na capacidade de sustentar as operações, mais do que em lucro ou dividendos, segundo relatórios de mercado das corretoras XP e BTG Pactual.
As três companhias estão em momentos diferentes de seus processos de reestruturação. Casas Bahia tenta consolidar uma melhora operacional e financeira; Americanas busca mostrar que consegue operar de forma sustentável após a crise que levou à recuperação judicial; e Oncoclínicas aca

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