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Minério de ferro sobe com queda nos estoques e sinais de estímulos da China

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CINGAPURA, 14 Ago (Reuters) – Os contratos futuros de minério de ferro subiram nesta sexta-feira, à medida que a queda nos estoques dos portos chineses, uma nova injeção de liquidez pelo banco central da China e sinais de recuperação da demanda por aço impulsionaram o otimismo do mercado.
O contrato de minério de ferro para janeiro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou o pregão diurno com alta de 0,42%, a 710,5 iuanes (US$105,36) por tonelada, reduzindo sua perda semanal para 0,77%.
O contrato registrou queda pela quarta semana consecutiva, pressionado por dados econômicos fracos da China e interrupções do lado da oferta causadas por tufões.
A referência de minério de ferro para setembro na Bolsa de Cingapura subia 0,68%, a US$96,15 por tonela

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O Bradesco (BBDC4) divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26) na semana passada, com as ações caindo cerca de 2% na sessão pós-balanço.
Para analistas da XP e do JPMorgan, o banco segue mostrando evolução gradual de resultados, mas os analistas ainda veem obstáculos importantes para uma reprecificação mais forte das ações. Após os números do segundo trimestre de 2026, XP e JPMorgan mantiveram recomendação neutra para o banco, reconhecendo avanços em rentabilidade, eficiência e crescimento das receitas, mas destacando preocupações com qualidade de crédito, necessidade de provisões e discussões sobre capital.
Na visão da XP, o banco continua entregando uma recuperação “passo a passo”, apoiada pela expansão das carteiras com garantias, pela melhora da execução co

Por que as ações do Banco do Brasil desabaram mesmo com lucro bilionário?
O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, mas a deterioração da qualidade do crédito aumentou a percepção de risco sobre a instituição e pressionou as ações. O resultado cresceu 3,3% em relação ao mesmo período de 2025 e 13,9% na comparação com os três primeiros meses do ano, mas o custo de crédito avançou em ritmo bem mais forte.
Lucro cresce, mas crédito preocupa
Balanço do Banco do Brasil mostrou um contraste que ajuda a explicar a reação negativa dos investidores. De um lado, o resultado trimestral superou as projeções do mercado e levou o lucro a R$ 3,9 bilhões. De outro, o custo de crédito avançou 16,1% em um ano, para R$ 18,5 bilhões.
Apesar da alta em 1

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