Notícia

STF tem maioria para manter nomeação de parentes para cargos políticos

Por Publicado Atualizado

Publicidade
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta quinta-feira (23) maioria de votos para manter a regra da Corte que permitiu nomeações de parentes para cargos políticos.
A Corte formou placar de 6 votos a 1 para manter o entendimento de que a nomeação de parentes para cargos de natureza política não configura nepotismo. Apesar do placar, o julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quarta-feira (29).
Pacheco afirma que decisão de Lula sobre vaga no STF será ‘respeitada por todos’
Na semana anterior, Pacheco disse sentir-se “honrado” e “contente” por ser cogitado para o Supremo
Câmara nega recurso, e projeto que limita decisões individuais do STF segue ao Senado
Texto também restringe acesso de partidos menores ao Supremo
Em 2008, o Supremo editou uma súmula vinculante par

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta quinta-feira (23) para permitir que prefeitos, governadores ou presidentes possam nomear parentes para cargos polÃticos, como os de secretário municipal, estadual ou de ministro de Estado. O entendimento dos ministros é o de que o chefe do Executivo tem competência para definir a formação do governo.
Durante a sessão, os ministros debateram alguns critérios considerados importantes para impedir abusos, como restringir a decisão ao primeiro escalão ou excluir cargos de outros Poderes. A conclusão, no entanto, deve ser dada na próxima semana.
Até o momento, há seis votos, na linha do relator, Luiz Fux. Ele foi seguido por Cristiano Zanin, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
O ministro F

Quando uma equipe de remo entra na água, não importa quem é mais forte ou mais fraco: o barco só avança se todos remarem no mesmo ritmo. Se um remar com mais força, mas fora de compasso, o barco gira em cÃrculos. Quando falamos da divisão de despesas em um casal, a lógica não é muito diferente. O objetivo não é provar quem contribui mais, mas fazer o barco avançar.
Como dizia Aristóteles, “a justiça consiste em tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”. A vida a dois, especialmente nas finanças, exige essa mesma sabedoria. No passado, a divisão de despesas nem sequer era um tema relevante. Em boa parte dos lares, o marido era o único provedor ou tinha renda substancialmente maior, e a discussão sobre “quanto cada um deve pag

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.