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BHIA3 de acima de R$ 400 a R$ 0,44: a derrocada das ações de Casas Bahia em 6 anos

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Na última segunda-feira (17), o grupo Casas Bahia (BHIA3) viu suas ações afundarem 33%, passando a valer apenas R$ 0,44, em meio ao pedido de recuperação judicial da histórica varejista, com uma dívida de R$ 17,3 bilhões.
Esse movimento contrasta totalmente com julho de 2020, quando os papéis operavam acima de R$ 400; na máxima histórica, os papéis chegaram a R$ 489.
Confira abaixo o gráfico que mostra o desempenho das ações nos últimos anos:
Ao pedir recuperação judicial com uma dívida de R$ 17,3 bilhões, a Casas Bahia afirmou enfrentar a “pior crise financeira” desde sua fundação. Ou seja, é o momento mais adverso da companhia em mais de 70 anos, desde as origens do negócio iniciado pelo polonês Samuel Klein, em 1952, ao posto de um dos maiores grupos de varejo do país.
A emp

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O radar corporativo desta terça-feira (18) tem como destaque os impactos do pedido de recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3). A Positivo (POSI3) disse que exposição à Casas Bahia é baixa.
Além disso, a Ecopetrol conclui aquisição do controle da Brava (BRAV3).
Taesa (TAEE11) adiciona R$ 5,4 milhões em RAP com energização de Tangará.
Fitch rebaixa Braskem (BRKM5) para ‘RD’ (Inadimplência Restrita) por não pagamento de juros.
Confira mais destaques:
Positivo (POSI3) e Casas Bahia (BHIA3)
A empresa de computadores e produtos eletrônicos Positivo Tecnologia (POSI3) afirmou que não espera impacto material em suas contas decorrente do pedido de recuperação judicial da rede varejista Casas Bahia (BHIA3).
A companhia afirmou em comunicado ao mercado que o saldo atual de contas a re

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