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Fachin lança cartilha sobre remuneração de juízes e defende Judiciário

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O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira que o Judiciário enfrentou “distorções” e separou “o joio do trigo” ao limitar os penduricalhos da classe, mas alertou que não se pode aceitar “campanhas sistemáticas de descredibilização”.
— Não se pode transformar a demolição de instituições em método de atuação política, de propaganda pessoal e de patrocínio de interesses privados e segmentos econômicos. Estamos atentos — afirmou durante a sessão do CNJ nesta manhã.
O ministro defendeu o Judiciário afirmando que ele está aberto à crítica, ao escrutínio público e à correção, mas não aceita “menoscabo”, palavra que significa “desprezo”.
— Estabelecemos limites, criamos mecanismos de controle, demos transparência.

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