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Irmã de Kim Jong-un Desconsidera Decisão dos EUA sobre Exercícios Militares

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Contexto

A Coreia do Norte tem sido uma das principais potências nucleares na região oriental asiática. Desde 2011, quando Kim Jong-un assumiu o poder, a Coreia do Norte vem realizando testes de mísseis e bombas nucleares. Recentemente, em outubro de 2026, os Estados Unidos anunciaram uma decisão inédita: reduzir os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.

Repercussão

A medida foi criticada pela Coreia do Norte e pelo vice-chanceler sul-coreano, que argumentou que o país asiático não deve se sentir ameaçado por tais manobras. No entanto, a irmã de Kim Jong-un, em declarações dadas nesta quarta-feira (19) ao G1 Mundo, rejeitou qualquer interesse do país norte-coreano na decisão dos Estados Unidos.

‘Nós, da Coreia do Norte, não temos qualquer interesse’, afirmou o porta-voz da irmã de Kim Jong-un. A declaração foi feita em um comunicado oficial publicado no site do governo norte-coreano.

O que vem agora

Após a decisão dos Estados Unidos, as tensões entre os dois países continuam elevadas. O presidente americano, Joe Biden, justificou a medida de redução das manobras militares como uma forma de melhorar as relações com a Coreia do Sul e mostrar que seu país deseja um diálogo direto com o regime norte-coreano.

No entanto, a irmã de Kim Jong-un afirmou que a decisão dos Estados Unidos não afetará os planos militares do país. ‘Estamos preparados para manter nossas operações de defesa sem interrupções’, garantiu o porta-voz.

Além disso, um comunicado oficial emitido pelo ministério da Defesa da Coreia do Norte afirmou que a decisão dos EUA é ‘insignificante’ e não terá impacto no plano estratégico do país.

Fontes

  • G1 Mundo
  • Comunicação oficial do ministério da Defesa da Coreia do Norte (fonte não especificada)
  • Declaração do vice-chanceler sul-coreano (informações não confirmadas)
  • Comunicado oficial do porta-voz da irmã de Kim Jong-un

A Coreia do Norte continua sua postura hostil em relação aos Estados Unidos, mantendo um discurso de ameaças e desafios. A situação geopolítica na região asiática permanece incerta e pode influenciar as relações internacionais nos próximos meses.

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