Milly Lacombe

Tem quem goste de analisar jogos de futebol olhando métricas e fazendo cálculos. Posse de bola, passes certos, escanteios, chutes a gol. Sem isso, parece que a avaliação da partida não pode ser feita. Tem quem prefira fazer observações táticas. Linhas, três zagueiros, dois alas, três no meio, dois no ataque. Eu sou Rodrigueana: o futebol acontece na dimensão do mistério e do subjetivo mais do que em qualquer outra. Pois vejam o Fluminense de Zubeldia, tatica e tecnicamente muito parecido com o de Renato. O que teria mudado?
Zaga é a mesma, laterais são os mesmos. Os mesmos no meio e no ataque. Até Acosta, que brilha com Zubeldia, estava sendo usado por Renato ainda que não com o status de titular. Taticamente, tudo parece familiar. Samuel Xavier apoia muito, Rene fecha como terceiro zaguei
O Fluminense não deu chance ao Atlético, no Maracanã.
Mandou na partida desde o primeiro minuto, marcou 1 x 0 com Samuel Xavier em quinze, marcou o segundo num lindo contra-ataque puxado por Kevin Serna aos 13 do segundo tempo.
Em três partidas pelo Fluminense, o técnico Luis Zubeldía conseguiu duas vitórias, contra Botafogo e Atlético, empatou uma vez contra o Sport.
As duas vitórias igualam o número de Jorge Sampaoli em oito partidas sob o comando do Atlético. Até agora, são duas vitórias, contra Bolívar e Mirassol, três empates, contra Santos, Bolívar e Juventude, três derrotas, para o Cruzeiro, o Botafogo e o Fluminense.
O Fluminense foi superior ao Atlético, com menos posse de bola do que o adversário, mas com oito finalizações certeiras, apenas uma do Galo, chute de Bernard. Nem levo
Fontes
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