Netanyahu diz que há ‘interferência estrangeira descarada’ nas eleições de Israel e nega ter ignorado alerta sobre ataque de 7 de outubro

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante sessão no Knesset — Foto: Ronen Zvulun/Reuters
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta quarta (9) que o país sofre “interferência estrangeira descarada” devido à proximidade das eleições gerais no país, em outubro.
Por meio de uma nota assinada por seu partido, o Likud, e publicada em suas redes sociais, o premiê negou ter recebido e ignorado alertas sobre os ataques terroristas do Hamas em 2023.
Vários líderes da oposição israelense chamaram o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de inapto após vir a público uma investigação segundo a qual o governo dos Emirados Árabes Unidos o alertou sobre o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.
O jornal “Haaretz” revela, com a publicação de alguns trechos de um livro e
O que era ser um boicote do Reino Unido aos produtos oriundos de assentamentos israelenses na Cisjordânia transformou-se rapidamente numa coalizão de 12 países — 11 europeus e o Canadá —, surpreendendo o governo de Benjamin Netanyahu.
As justificativas abrangeram expressões duras como “limpeza étnica” de palestinos e críticas à “vista grossa” de Israel diante da violência de colonos extremistas.
O impacto das sanções para Israel é mais político e menos econômico, já que apenas 5% das exportações israelenses provêm das colônias. Em busca de um sétimo mandato, Netanyahu luta para manter unida sua base de pequenos partidos radicais, a pouco mais de um mês das eleições.
👉 Pesquisas de opinião para o pleito de 27 de outubro mostram o principal partido de oposição, o Yashar, liderado por Gadi Ei
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
