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Em relatório, PF aponta envolvimento de Jaques Wagner com ‘emenda Master’ no Senado

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A Polícia Federal (PF) afirmou que o senador Jaques Wagner (PT-BA) teria acompanhado matérias de interesse do Banco Master no Senado. Os elementos constam em um relatório feito pela corporação tornado público após a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de levantar o sigilo da investigação sobre o petista, na noite de sexta-feira, 11.
No documento, a PF apresenta conversas entre Wagner, à época líder do Governo no Senado, e o empresário Augusto Lima, sócio de Daniel Vorcaro, e sustenta que os diálogos indicam que o senador teve atuação na chamada “emenda Master”, apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) à PEC sobre autonomia financeira do Banco Central e que elevaria a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1

Ela postou, sem saber, sobre uma festa de Daniel Vorcaro no Madame Satã e sua vida sofreu um terremoto: ‘Só agora entendi tudo’
Quando a conta @anatrackid desapareceu do Instagram, em 10 de novembro de 2023, a contadora Ana Raquel dos Santos Ribeiro havia acabado de transformar em profissão um projeto iniciado três anos antes.
Como influenciadora e criadora de conteúdo sobre música eletrônica, ela reunia notícias, datas de eventos, escalações de DJs e venda de ingressos. O perfil já tinha cerca de 13 mil seguidores e alcançava mais de 425 mil contas.
Em setembro daquele ano, antes da suspensão da conta, Ana havia deixado o emprego de contadora para se dedicar ao perfil. Sua renda vinha de comissões sobre a venda de ingressos, divulgação de festas e criação de conteúdo.
A suspensão, portant

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou neste sábado (12) nova manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, defendendo que todos os ministros da Corte tenham acesso integral dos dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro antes do julgamento marcado para terça-feira (15).
No documento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, reitera posição apresentada na véspera e afirma considerar relevante que os integrantes do tribunal conheçam previamente “a integralidade dos dados necessários” para formar convicção sobre o caso.
“Da mesma forma, parece-nos relevante, sobretudo e especialmente dadas as peculiaridades da causa, que todos ministros tenham conhecimento prévio da integralidade dos dados necessários para a formação de juízo

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