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Queda no IBC-Br reforça tese de estagnação do PIB no 3º tri e de mais cortes de juros

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 0,22% em julho na comparação mensal com ajuste sazonal, confirmando a perda de fôlego da economia. Para economistas, a retração disseminada dá mais combustível para o Comitê de Política Monetária (Copom) dar continuidade ao ciclo de corte de juros, em vez de pausa após a decisão desta quarta-feira (16).
Para Alexandre Maluf, economista da XP, a abertura setorial mostra que o setor de serviços teve estabilidade (0,0%), o único componente a não recuar no mês. Já a indústria (-0,4%), o indicador de impostos (-0,2%) e a agropecuária (-1,2%) registraram perdas.
A XP avalia que o indicador reforça a visão de desaceleração da atividade doméstica e projeta que o Produt

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RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 16 Set (Reuters) – A nova escalada dos preços internacionais do diesel neste mês ampliou para níveis recordes a defasagem em relação aos valores praticados pela Petrobras (PETR3;PETR4) no Brasil, levando importadores no país a adiar decisões de compra e aumentando preocupações com restrições localizadas de oferta e distorções regionais no mercado brasileiro, segundo executivos do setor de distribuição e importação.
Para o próximo mês, quando sazonalmente há um pico de consumo de diesel no Brasil, em momento de plantio da safra de verão, estão previstas por ora importações de 120 mil metros cúbicos (m³) do combustível pelo país, sendo cerca de 75% da Petrobras, segundo dados do “line up” da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom)

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central define nesta quarta-feira (16) o novo patamar da taxa básica de juros da economia nacional, a Selic, atualmente em 14% ao ano. Apesar dos recentes cortes, o nível ainda está entre os mais altos observados nas últimas décadas, encarecendo o chamado custo de capital.
“Esse é um grande problema que o varejo está enfrentando”, confirma Marcos Atchabaian, sócio da Village Materiais de Construção, empresa com 46 anos de história. “Você tem que financiar a venda e não tem a contrapartida com os seus fornecedores. Muitas vezes é preciso recorrer aos bancos, caindo nos juros elevados e, se você não tiver um controle absolutamente rigoroso do seu fluxo de caixa, terá um problema sério”, afirmou o empresário durante o Summit Americas

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