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Mini-índice (WINV26) tenta reagir após Copom: veja suportes e resistências

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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão em baixa de 0,60%, aos 187.600 pontos. Os contratos de mini-índice deverão refletir um ambiente de maior cautela após o Ibovespa recuar 0,51%, aos 185.547,66 pontos. No exterior, o Federal Reserve elevou os juros em 0,25 ponto percentual e sinalizou a possibilidade de outro aumento em 2026, pressionando Wall Street e elevando os rendimentos dos Treasuries e o VIX. No Brasil, o IBC-Br caiu 0,22% em julho, reforçando os sinais de perda de força da atividade. Petrobras (PETR3;PETR4) e Vale (VALE3) pressionaram o índice, enquanto varejistas avançaram e os bancos terminaram sem direção única.
Para os traders de mini-índice, o foco estará na repercussão da decisão e do comunicado do Banco Cent

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O Ibovespa voltou a recuar na última sessão, com queda de 0,51%, aos 185.547 pontos. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 184.753 pontos e a máxima de 186.738 pontos.
Na minha leitura, o recuo mantém o índice em uma fase de consolidação após a forte valorização recente. O Ibovespa chegou a perder a região dos 185 mil pontos durante o pregão, mas reagiu e encerrou novamente acima desse patamar. O movimento preserva os suportes imediatos, embora a pressão vendedora no curto prazo ainda exija atenção.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa continua acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo a estrutura principal de alta. O IFR (14), em 64,70 pontos, está em faixa neutra, mas ainda próximo da região de sobrecompra. A queda do indicador acompanha a

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A percepção de que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão mais envolvidos no esquema de fraudes financeiras do Banco Master cresceu quase 13 pontos percentuais desde março, segundo a série histórica da AtlasIntel/Bloomberg.
Na última rodada da pesquisa, divulgada nesta quinta-feira (17), 41,2% dos entrevistados afirmam que aliados de Bolsonaro estão mais envolvidos no caso. Em março, eram 28,3%. O avanço foi de 12,9 pontos percentuais em seis meses.
No mesmo período, a associação do escândalo a aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) praticamente não mudou. O percentual passou de 39,5% em março para 40,2% na rodada atual, oscilação de 0,7 ponto.
Com isso, uma diferença que inicialmente favorecia o campo bolsonarista desapareceu. Em março, os aliados de

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A crise em torno do Banco Master se espalhou por diferentes campos políticos e pelo Supremo Tribunal Federal, mas o impacto eleitoral percebido pelos eleitores não se distribui da mesma forma.
A última rodada da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (17), mostra que a responsabilização política pelo caso está praticamente dividida, enquanto o desgaste provocado pela crise no STF é associado com mais frequência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o levantamento, 41,2% dos entrevistados dizem que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão mais envolvidos no esquema de fraudes financeiras do Master. Outros 40,2% atribuem maior envolvimento a aliados de Lula. Para 13,8%, os dois grupos estão igualmente implicados.
A diferença de apena

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou oito pontos percentuais em pouco mais de duas semanas e reduziu de forma expressiva a distância para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida presidencial, segundo a série mais recente da AtlasIntel/Bloomberg.
Na pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17), Lula aparece com 44,1% das intenções de voto no primeiro turno, contra 41,7% de Flávio. A diferença entre os dois caiu para 2,4 pontos percentuais.
No fim de agosto, o quadro era bastante diferente. Lula registrava 43,4%, enquanto Flávio tinha 33,7%, uma distância nominal de 9,7 pontos. Desde então, o presidente oscilou 0,7 ponto para cima, enquanto o senador avançou oito pontos.
A trajetória recente mostra que o estreitamento da disputa ocorreu principalmente pela expansão do voto em

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