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Selic caiu: o que muda para ações de consumo, imóveis e bancos na Bolsa

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A Selic caiu para 13,75% ao ano, mas o impacto da decisão do Banco Central tende a ser diferente entre os setores da Bolsa. Empresas ligadas ao consumo, ao mercado imobiliário e ao sistema financeiro sentem a redução dos juros por canais distintos — do custo de capital ao financiamento de clientes, passando por crédito, inadimplência e demanda.
Essa diferença também aparece nos gráficos dos principais índices setoriais da B3. Enquanto o Índice Financeiro (IFNC) mantém uma estrutura técnica positiva, o Índice de Consumo (ICON) tenta sustentar uma recuperação de curto prazo e o Índice Imobiliário (IMOB) ainda negocia dentro de um canal de baixa.
Gustavo Assis, CEO do Asset, chama atenção para a velocidade com que a mudança nos juros chega primeiro aos mercados financeiros.
“Curva

Cadastro do Bolsa Família e BPC para quem mora sozinho pode ser atualizado sem visita em casa em Salvador — Foto: Governo Federal
O reajuste do Bolsa Família, anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal, foi recebido com ressalvas por economistas.
Apesar de o aumento ser considerado compatível com a reposição da inflação acumulada no período, especialistas consultados pelo g1 questionam o momento escolhido para o anúncio e alertam para possíveis impactos sobre as contas públicas, a inflação e os juros nos próximos anos.
O reajuste começa a valer no próximo mês e eleva o valor mínimo do programa de R$ 600 para R$ 691. Já o benefício médio, segundo o Ministério do Planejamento, passa de R$ 675 para R$ 777.
“A primeira coisa é que não podemos deixar de considerar que faz tempo que

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