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Com iPhone novo na área, conheça 4 estratégias para combater a “techflação”

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Na semana passada, quando a Apple anunciou sua maior mudança no iPhone — um smartphone dobrável de US$ 1.999 que fecha como um livro — ela também fez silenciosamente uma atualização no restante de seus telefones: aumentos de preço.
Os preços de seu principal iPhone 17, do iPhone Air leve e seu iPhone 17e de entrada subiram US$ 100. O novo iPhone 18 Pro, programado para ser lançado esta semana, também custa US$ 100 a mais que o modelo do ano passado.
Os aumentos generalizados de preços dos iPhones foram um lembrete sóbrio de que a “techflação” impulsionada pelo boom da inteligência artificial não deixou praticamente nenhum eletrônico de consumo intocado.
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