MBRF (MBRF3) pode subir até 23% apenas com queda da Selic até 2027, avalia Goldman

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O corte da Selic, taxa básica de juros, para 13,75% ao ano, abre espaço para uma melhora relevante no custo da dívida da MBRF (MBRF3), na avaliação do Goldman Sachs.
Diante da elevada alavancagem do frigorífico, o banco estima que uma eventual normalização dos juros brasileiros para 12% até o fim de 2027 poderia gerar potencial de valorização de 23% para a ação apenas pelo efeito financeiro.
A MBRF encerrou o segundo trimestre de 2026 com dívida bancária bruta de R$ 68,1 bilhões. Desse total, R$ 38,9 bilhões estavam denominados em reais e, na prática, sujeitos à variação da Selic. O Goldman Sachs calcula que cada corte de 1 ponto percentual na taxa básica representaria um ganho líquido de aproximadamente R$ 230 milhões para a companhia, já considerando impostos e o menor result
Fontes
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