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Chef da Amazônia rejeita menu vegano imposto para jantar com príncipe William

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RIO DE JANEIRO — Quando soube que cozinharia para um herdeiro do trono britânico, o chef brasileiro Saulo Jennings decidiu que queria destacar o principal ingrediente da Amazônia: o pirarucu, um peixe gigante e carnudo dos rios da região.
O herdeiro, príncipe William, será o anfitrião de uma cerimônia de premiação do Earthshot Prize para 700 convidados no início de novembro, no Rio de Janeiro — sua primeira visita ao Brasil. Criar os canapés parecia o trabalho perfeito para Jennings, um chef aclamado por usar ingredientes sustentáveis da floresta amazônica.
Mas havia uma condição: o cardápio precisava ser 100% vegano, segundo relatou o chef ter sido informado pela organização do Earthshot.
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Pivô do Mensalão e também alvo da Lava-Jato, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares se juntou a José Dirceu na lista de petistas históricos que querem estar nas urnas em 2026. Durante evento em Goiás na semana passada, ele indicou o desejo de concorrer a deputado federal pelo estado.
“Ao lado da minha família, reafirmo meu compromisso com Goiás e coloco meu nome à disposição do Partido dos Trabalhadores. Contem comigo nesta jornada e nesta batalha!”, escreveu o ex-dirigente ao publicar um vídeo do evento, no qual pede “apoio político” dos militantes.
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Uma prática perigosa vem ganhando força nas redes sociais (e fora delas): o enema de café, procedimento em que se injeta a bebida pelo reto com a finalidade de “limpar” o intestino. Com mais de 44 mil publicações marcadas com a hashtag #enema no Instagram, a técnica é divulgada em vídeos e perfis que prometem emagrecimento, melhora da digestão, redução de inflamações, alívio da dor, melhora do humor e até cura do câncer. Mas cuidado: não há evidências científicas que sustentem essas alegações, e os riscos à saúde são reais.
“Na verdade, é até difícil encontrar informação relevante sobre o tema, pois as evidências científicas são raras e de baixo nível científico”, explica a oncologista clínica Ana Paula Garcia Cardoso, do Einstein Hospital Israelita. A prática não é novidade: ela faz parte

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