Notícia

Dez dias que mudaram o rumo da IA

Por Publicado Atualizado

Publicidade
SÃO FRANCISCO, Estados Unidos, 21 Set (Reuters) – Durante anos, a corrida para desenvolver uma inteligência artificial cada vez mais poderosa seguiu um princípio bem conhecido do Vale do Silício: agir rápido e quebrar paradigmas.
Mas, em uma série de eventos em cascata ao longo de um período de 10 dias, os maiores laboratórios de IA viram-se abalados quando suas próprias criações ameaçaram destruir a própria humanidade.
Um pesquisador da Anthropic pediu demissão da empresa, alertando que o ritmo do desenvolvimento da IA representa uma ameaça existencial, possivelmente dentro de uma década. Outro pesquisador da empresa afirmou que as chances de extinção humana ultrapassavam 10%. Surgiram relatos de enxames de agentes de IA agindo em conluio, invadindo sistemas de computador e co

Publicidade
Dona de um gigantesco complexo de produção de minério de ferro em Carajás, no sul do Pará, a Vale vislumbrou valor futuro em uma operação de pequeno porte situada na mesma região, tocada pela mineradora Ligga S.A., que foi fundada e é controlada pelo grupo Santa Elina. A companhia assinou, na sexta-feira, 18, um acordo considerado estratégico, pelo qual adquire uma participação acionária minoritária de 30% da Ligga. Ao mesmo tempo, firmou um contrato exclusivo (offtake) que garante a compra de toda a produção atual e futura da mineradora por longo prazo.
A Ligga tem instalações de produção de minério de ferro da mina Ferro Sul, localizadas entre os municípios de Curionópolis e Parauapebas.
As reservas, a mina e a área de produção da Ligga ficam aproximadamente a 10 quilômetros

Fontes

Fontes:
  • —

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.