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Morgan vê dilema de incorporação de GLP-1 pelo SUS e impacto limitado para ações

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O anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a possível oferta de canetas para emagrecimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) fez o mercado ficar de olho nos impactos para o varejo farmacêutico, mas o Morgan Stanley avalia que o impacto para empresas como RD Saúde (RADL3) e Pague Menos (PGMN3) pode ser mais limitado do que o mercado imagina.
Segundo relatório de análise, o principal desafio para um programa público de distribuição de medicamentos da classe GLP-1, como a semaglutida, é equilibrar elegibilidade clínica e viabilidade fiscal, sendo um dilema do governo. A instituição argumenta que um programa restrito teria alcance insuficiente para alterar de forma significativa o mercado, enquanto uma iniciativa mais abrangente exigiria recursos incompatíveis com o or

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