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Lula diz que Brasil baterá recorde de exportações apesar de tarifaço dos EUA

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22 Set (Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira que o Brasil baterá recorde de exportações neste ano, apesar da imposição de tarifas comerciais a produtos brasileiros pelo governo dos Estados Unidos.
Em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, Lula também afirmou que o Brasil resistirá às pressões de empresas multinacionais que querem a privatização do Pix. O meio de pagamento criado pelo Banco Central foi um dos argumentos apontados pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump, para impor tarifas comerciais a produtos brasileiros.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abriu seu discurso na 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas nesta terça-feira (22) exaltando o desempenho econômico e militar do país e dedicou parte central da fala à guerra contra o Irã.
Trump subiu à tribuna logo depois do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seguindo a ordem tradicional da Assembleia. Desde 1955, o Brasil abre o debate geral, enquanto o representante dos Estados Unidos fala na sequência.
“O nosso país está mais forte hoje do que jamais esteve”, afirmou Trump. O republicano citou a economia, o poder militar e a liderança tecnológica americana para defender os resultados de seu governo.
A fala ocorre em um momento de pressão doméstica sobre o presidente. Uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada às vésperas da

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, discursa durante a 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas na sede da ONU em Nova York, em 22 de setembro de 2026 — Foto: TIMOTHY A. CLARY/AFP
A delegação dos Estados Unidos presente na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) não aplaudiu, em momento algum, o discurso do presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No momento do discurso estavam presentes: Howard Lutnick, secretário do Comércio dos EUA; Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA; e Scott Bessent, secretário do Tesouro. O presidente amercano Donald Trump não estava no salão.
No discurso, Lula voltou a defender a soberania dos países e o princípio da não interferência em assuntos internos. Além do aplauso final, Lula foi aplaudido por outras

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