O caso Mascavo: disputa entre Mari Saad e Black Rocket revela riscos societários

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Quando anunciou sua saída da operação da sua própria marca de maquiagem, a Mascavo, a influenciadora Mari Saad disse que continuava sendo sócia majoritária da marca, mas já não tinha controle sobre o negócio. A declaração parece contraditória à primeira vista: afinal, como alguém que detém a maioria das cotas pode dizer que perdeu o controle da empresa que fundou e que carrega a sua imagem?
A resposta está no centro da disputa judicial envolvendo a marca de maquiagem e seus sócios investidores, Igor Damásio, Leandro Lima e Roney Costa, donos da Black Rocket, que agora reúne discussões sobre um contrato de mútuo de R$ 11,1 milhões cuja aprovação pelos demais sócios é questionada no processo; a abertura de um novo CNPJ pela influenciadora com o mesmo nome da Mascavo; acusações de
Moares quis imputar a Mendonça erros em investigação da PF
Em resposta ao comando do Supremo, Mendonça descreve fatos para mostrar que as apurações sobre INSS e Master foram de iniciativa da Polícia Federal, com agentes e delegados designados pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues
O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça preparou uma longa explicação descrevendo fatos objetivos para demonstrar que eventuais erros, atrasos ou assimetrias em investigações do caso Master e do INSS foram de responsabilidade de Polícia Federal. Todas as ações propostas foram conduzidas por agentes e delegados designados para cuidar dessas apurações pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
O documento de Mendonça foi enviado ao presidente do STF, Edson Fachin, na 2ª feira (21.set.2026
Fontes
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