Pesquisas reforçam favoritismo dos democratas nas eleições “midterm”

Publicidade
A cada quatro anos, os Estados Unidos renovam um terço das cadeiras do Senado e toda a Câmara de Representantes, eleição chamada lá de “midterms”, por se localizar exatamente na metade do mandato do presidente. A edição de 2026 dessa disputa parece seguir uma regra não escrita de que o partido do presidente normalmente perde cadeiras e, na maioria das vezes, o próprio controle do Congresso.
Segundo análises publicadas em sites americanos, em apenas três eleições desse tipo desde a Guerra Civil, o partido do presidente não perdeu cadeiras. Isso aconteceu em 1934 (quanto a sociedade vivia o otimismo do New Deal de Franklin D. Roosevelt), em 2002 (com a onda patriotismo sob a gestão de George W. Bush após os ataques terroristas de setembro de 2021) e em 1998 (período no qual houve
Ambições da China com IA — Foto: Wong Yu Liang/ Getty via BBC
Nas imensas pastagens da Mongólia Interior, no norte da China, agricultores estão colhendo belas batatas ao lado de novos vizinhos: enormes blocos retangulares que alimentam as plataformas chinesas de inteligência artificial (IA).
A região de Ulanqab, com suas estepes e vulcões, é uma fronteira digital improvável.
Ela foi oficialmente, por anos, a “capital da batata” da China. Mas, agora, seus campos também se tornaram o local de construção de diversos centros de dados, no momento em que os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, se reúnem para discutir, entre outras coisas, a segurança da IA.
Centenas de trabalhadores, com seus capacetes amarelos, carregam equipamentos pesados para o local da const
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
