Durigan: tudo indica que recurso para ‘Dark Horse’ veio do mesmo bolso de crime

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quinta-feira, 24, que a terceira fase da operação Carbono Oculto, deflagrada nesta manhã, foi capaz de identificar instrumentos de fundos de investimento sendo utilizados para lavar dinheiro e ocultar patrimônio para diversos braços do crime organizado, injetando liquidez, inclusive, em operações como o financiamento do filme Dark Horse.
A operação, que recebeu o nome de Crédito Oculto, uniu esforços da Receita Federal, Ministério Público de São Paulo (MPSP), Ministério Público, dentre outras instituições.
Esse desdobramento da Carbono Oculto identificou uma estrutura financeira intermediada e estruturada a partir do grupo empresarial Entre, que agia como principal receptador e administrador de recursos relacionados à aquisição
A terceira fase da Operação Carbono Oculto, realizada nesta quinta-feira (24), liga a máfia dos combustíveis e o esquema montado pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro, na compra de precatórios de destilarias de álcool.
Um personagem central opera nos dois esquemas: Antônio Carlos Freixo Junior, dono da Entre Investimentos, que fechou um acordo de delação premiada para revelar como mandou recursos de Daniel Vorcaro de forma ilegal para o exterior.
Conhecido como Mineiro e Bahamas, por ser um dos pioneiros a usar aquele paraíso fiscal para lavagem de dinheiro, o delator do esquema de Vorcaro aparece na terceira fase da Carbono Oculto, batizada de Crédito Oculto, como um agente financeiro que lavava dinheiro da máfia dos combustíveis, que tem ligação com o PCC.
Os dois esquemas estão conectado
Fontes
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