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Agentes de IA criam linguagem própria e dificultam supervisão humana, diz estudo

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Agentes de inteligência artificial passaram a desenvolver formas próprias de comunicação em um experimento que simulou sociedades compostas apenas por IAs. O resultado chamou a atenção dos pesquisadores porque parte das mensagens se tornou incompreensível para observadores humanos.
O estudo, conduzido pela startup americana Emergence, colocou agentes baseados em modelos como GPT, Gemini, Claude, Grok, DeepSeek e Qwen para interagir durante 16 dias em ambientes virtuais.
Sem qualquer instrução prévia, eles criaram expressões, códigos e convenções linguísticas que acabaram sendo adotados pelos demais participantes.
Uma das frases mais repetidas foi “ledger remembers who” (“o registro lembra quem”), usada como uma espécie de alerta de que atos dentro da simulação não passariam imp

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