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A praga da diplomacia carcerária

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Em 2019, Alberto Fernández liderava as pesquisas eleitorais para a presidência da Argentina e decidiu visitar Lula, preso na PolÃcia Federal de Curitiba. Estava inaugurada a diplomacia carcerária. De lá para cá, em 2025, com Javier Milei no governo, Lula visitou a ex-presidente argentina Cristina Kirchner, presa em seu apartamento de Buenos Aires. Posou para uma fotografia segurando um cartaz pedindo a liberdade para a aliada.
D. Pedro 2° visitava escritores e cientistas. Hoje, chefes de Estado brasileiros e argentinos criam factoides visitando presos. Javier Milei queria lustrar a sua passagem pelo Brasil visitando Jair Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes proibiu o encontro, e o argentino o chamou de “lixo careca”. O troco veio do ministro da Fazenda, Dario Durigan: “Palhaço”

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