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Lula diz que bancos não podem enviar cartão sem pedido e chama juros de roubalheira

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou neste sábado (3) ao tema dos cartões de crédito, após a repercussão de declarações feitas na véspera, e afirmou que os bancos não deveriam enviar cartões para clientes que não os solicitaram. Durante o último ato de campanha antes do primeiro turno, em São Paulo, o petista também criticou os juros cobrados nas operações.
“Os mentirosos ontem tentaram mentir a meu respeito. O que eu acho é que o cartão de crédito tem que ser distribuído com seriedade para quem pedir cartão de crédito. O banco não pode ficar enviando para a casa das pessoas sem as pessoas pedirem”, afirmou Lula.
– Leia mais: Lula tem 47,8% e Flávio tem 42,1% no 1º turno; empate técnico no 2º turno, segundo CNT/MDA
Na sequência, o presidente disse que “cartão de c

Após a vitória do Brasil por 4 a 0 sobre a Índia, neste sábado, em Calcutá, Carlo Ancelotti avaliou o desempenho da Seleção Brasileira nesta Data Fifa. O treinador comentou o desenvolvimento dos jogadores mais jovens, as oportunidades dadas ao elenco e o desempenho defensivo da equipe.
Ao comentar a sequência de partidas e a preparação para os próximos compromissos, Ancelotti destacou a avaliação positiva que fez do período.
“Eu acho que saímos deste período com uma boa sensação, porque os jogadores estão muito bons, então podemos fazer melhor. Cada jogador tem o seu caráter. No final, saímos satisfeitos. Não importa qual nível de jogo vamos ter, o que importa para nós é jogar bem o jogo e tentar fazer o melhor. Também não importa todas as condições, que sempre são ótimas”, iniciou o trein

Sobre o voto destrutivo, medo de um Brasil ainda desconhecido
O Brasil é um país desconhecido. De todos, de qualquer um. É vasto demais para que a vista o abarque, diverso demais para que o compreenda o espírito. Tem a dimensão do incognoscível. Daí talvez o medo que provoca, a constante impressão de estarmos diante de um abismo, uma imensidão em vertigem que o olhar não alcança. Daí também a estranheza que causam os discursos assertivos a seu respeito; temos às vezes a mania de falar como se o conhecêssemos intimamente, como se dele tudo soubéssemos, tudo pudéssemos concluir.
Passei um dos dias mais tristes do ano, se o parâmetro é uma tristeza coletiva, num território que eu julgava hostil. Era 5 de julho de 2026, dia da derrota do Brasil contra a Noruega, derrota que nos eliminou da Cop

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