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‘Presenciei quase 500 execuções de presos – e nunca vi uma como a de Christa Pike’

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O repórter Michael Graczyk acompanhou quase 500 execuções de presos realizadas no estado americano do Texas. — Foto: AP via BBC
O repórter Michael Graczyk acompanhou quase 500 execuções de presos realizadas no estado americano do Texas e não parou nem depois de se aposentar da agência Associated Press (AP), em 2018.
Ele se lembra de dois casos em que as agulhas saíram e precisaram ser reinseridas para que a execução fosse concluída, mas nunca de um caso em que o preso sobreviveu.
Foi o que aconteceu nesta semana no Tennessee, quando Christa Pike, de 50 anos, continuou respirando e roncando alto depois de duas doses de pentobarbital, o barbitúrico usado no protocolo de injeção letal do estado.
Graczyk, de 76 anos, diz que não ficou totalmente surpreso ao saber do caso e que, na verdade, já

Frank Strada, chefe do Departamento de Correções do Tennessee, deixará o cargo ainda este mês, informaram autoridades estaduais neste sábado (3). A decisão acontece dias depois de Christa Pike ficar em estado grave após uma tentativa fracassada do estado de executá-la por injeção letal.
A tentativa de execução, que aconteceu na quarta-feira (30), deixou Christa Pike inconsciente, intubada e respirando com a ajuda de aparelhos. As informações foram apresentadas pelos advogados da condenada em um documento enviado à Justiça na sexta-feira (2).
Essa foi a segunda vez neste ano que o Tennessee não conseguiu executar um preso, o que levou o governador Bill Lee a suspender as execuções no estado pelo restante de 2026.
O governador havia determinado uma investigação independente sobre a tentativa

Alunos da França fazem protestos com foto em Saint-Denis, próximo a Paris. — Foto: Abdul Saboor/Reuters
O protesto estudantil que se espalhou pela França está agora “fora de controle”, afirmou o chefe da polícia de Paris neste sábado (03). Ele pediu que os manifestantes retomassem ações pacíficas e alertou que as autoridades responderiam com firmeza a atos de violência e vandalismo.
A polícia de choque entrou em confronto com estudantes do ensino médio em várias regiões do país na sexta-feira (02).
Sindicatos também convocaram professores para uma greve, enquanto o governo do presidente Emmanuel Macron tentava conter os protestos, que se tornaram cada vez mais violentos.
Os estudantes reclamam das condições nas salas de aula e da falta de investimentos na educação. (entenda os motivos dos

A sala no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) onde serão apurados os votos das eleições de 2026 tem regras rÃgidas para acesso e deve abrigar cerca de 150 funcionários no primeiro e no segundo turno, que serão realizados neste domingo (4) e, se houver necessidade, em 25 de outubro.
O local foi descrito pelo secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, como o “cérebro da operação” de totalização dos votos depositados pelos eleitores. Ele guiou neste sábado (3) um grupo de jornalistas em uma visita, da qual a Folha participou.
O centro de totalização fica no edifÃcio-sede da corte, em BrasÃlia. O acesso é feito em grupos pequenos, com menos de dez pessoas, sempre acompanhados por alguém do tribunal. Em 2022, o espaço foi alvo de teorias da conspiração do

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) disseminou e pediu para seus eleitores compartilharem desinformação contra seu principal adversário, o presidente Lula (PT), ato proibido pela Justiça Eleitoral.
Desde 27 de setembro, o UOL Confere monitorou um dos grupos de WhatsApp da Direita Já, plataforma digital do PL. A reportagem também acompanhou o grupo Pode Espalhar, plataforma digital do PT. Durante esse período, foram identificadas ao menos dez desinformações enviadas pela campanha de Flávio e um conteúdo desinformativo compartilhado pela candidatura do petista.
O que a campanha de Flávio compartilhou
Grupos do WhatsApp do PL podem atingir mais de 800 mil pessoas. A apuração do UOL Confere contabilizou a criação de ao menos 900 grupos de WhatsApp do Direita Já para o envio dos conteúdos eleit

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