Goldman corta projeções de Usiminas e CSN antes do 3T; Morgan vê margens sob pressão

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A proximidade da temporada de resultados do terceiro trimestre levou bancos de investimento a adotarem uma postura mais cautelosa com o setor de aço e mineração no Brasil. Em relatório divulgado antes dos balanços, o Goldman Sachs reduziu projeções e preços-alvo de parte das empresas cobertas, citando a combinação de custos mais elevados, demanda ainda moderada e dificuldade de repassar aumentos de preços ao mercado doméstico. Já o Morgan Stanley avalia que o trimestre deve continuar mostrando pressão sobre margens da maior parte das siderúrgicas brasileiras.
A revisão mais significativa do Goldman foi para a Usiminas (USIM5), com o banco cortando suas estimativas de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) em 12% para 2026 e em 34% para 2027, diante
Fontes
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