
Grande parte do sofrimento ligado ao passado nasce da imaginação. A mente cria cenários alternativos: “Se eu tivesse feito diferente, hoje estaria mais feliz.” O problema é que esse pensamento nunca pode ser confirmado. Não há como saber se outra decisão teria trazido mais alegria ou novos problemas.
Quando alguém se prende ao “e se”, passa a:
– Alimentar arrependimentos constantes;
– Repetir mentalmente erros antigos;
– Sentir culpa exagerada;
– Construir uma versão idealizada de uma vida que nunca existiu;
Com o tempo, o arrependimento deixa de ser aprendizado e vira identidade. A pessoa passa a se definir pelos erros que acredita ter cometido.
Esse processo costuma estar ligado ao luto: não apenas pela morte de alguém, mas pela perda de um relacionamento, de um emprego, de um projeto ou
Fontes
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