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O erro que Aristóteles cometeu sobre os polvos

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Conhecidos por sua inteligência e perspicácia, os polvos nem sempre foram vistos assim. Há mais de 2 mil anos, o filósofo grego Aristóteles acreditava que esses animais eram idiotas. Porém, o desenvolvimento da ciência provou o contrário.
“O polvo é uma criatura estúpida, pois se aproxima da mão de um homem se for mergulhada na água”, declarou o pensador em sua obra História dos Animais, escrita no século IV a.C.
Para o filósofo, o polvo tinha vida curta e uma curiosa tendência a se dissolver em líquido. Aristóteles acreditava que, ao ser batido e espremido, o animal perderia sua substância até desaparecer por completo.
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Geração Z está derrubando governos — mas protestos nas redes sociais geram mudanças duradouras?
O coronel Michael Randrianirina foi empossado como novo presidente de Madagascar na sexta-feira (17/10), dias após um golpe militar no país.
Ele trocou o uniforme de combate por um terno e agradeceu aos jovens que foram às ruas durante semanas de protestos que levaram o presidente Andry Rajoelina a fugir do país e resultaram em seu impeachment.
De Madagascar ao Marrocos, do Paraguai ao Peru, protestos liderados por jovens estão se espalhando pelo mundo, enquanto a Geração Z — pessoas nascidas entre 1995 e 2010 — demonstra sua frustração com governos e exige mudanças.
Além da juventude dos participantes, esses movimentos têm em comum a forma como são organizados e impulsionados: pelas redes socia

O governo federal prepara um decreto para atualizar as atribuições da Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Conselho de Governo, incluindo em seu escopo temas como soberania nacional e terrorismo, além de inteligência artificial e biossegurança.
A minuta a que a coluna teve acesso indica que a comissão é um órgão de assessoramento do presidente da República âo texto em vigor hoje não especifica a quem o assessoramento é feito. Também prevê novos temas, como mudanças climáticas e consequências para a segurança e defesa e o sistema de mobilização nacional.
“Busca-se atualizar os temas para que possam melhor refletir a conjuntura em que o Estado brasileiro está inserido, alinhado à s prioridades do governo, com ênfase naqueles que impactam de forma releva

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