Igor Gielow

Nos 732 dias que se passaram desde que o Hamas abriu uma caixa de Pandora sobre todo o Oriente Médio ao atacar brutalmente Israel, o Estado judeu vive em um ritmo de campanha militar incessante.
Tal realidade não desafia apenas Binyamin Netanyahu, mas a sociedade israelense e qualquer pessoa que venha a ocupar o cargo do longevo primeiro-ministro, dado o paradoxo estabelecido com o zênite do poder bélico dos 77 anos de existência do paÃs.
Por um lado, Israel nunca foi tão temido. Após duas décadas vendo o Irã fortalecer uma rede de aliados dispostos a destruir o rival, em dois anos o jogo foi invertido. O Hamas e, em menor medida, o Hezbollah libanês tiveram suas capacidades trucidadas.
Grupos com capilaridade na Cisjordânia ocupada, como a Jihad Islâmica, sofrem uma campanha d
Fontes
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