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Microsoft desativa serviços usados por Israel após uso para vigilância em Gaza e na Cisjordânia

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Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016 — Foto: REUTERS/Charles Platiau
A empresa disse que a revisão ainda está em andamento, mas já encontrou evidências que apoiam as alegações da reportagem do Guardian, incluindo detalhes sobre o uso do armazenamento do Azure na Holanda e de serviços de IA pela unidade do ministério israelense.
“Não fornecemos tecnologia para facilitar a vigilância em massa de civis. Aplicamos esse princípio em todos os países do mundo e insistimos nele repetidamente por mais de duas décadas”.
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