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Em meio a incertezas, Copom pode redefinir humor dos ativos brasileiros?

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A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira deve ir muito além da decisão sobre a taxa Selic. Com o mercado praticamente convencido de que o Banco Central manterá os juros em 13,75%, investidores afirmam que o principal gatilho para os ativos brasileiros será o tom do comunicado da autoridade monetária, em um momento em que o país convive com incertezas fiscais, inflação acima da meta e uma intensa discussão sobre as propostas do economista André Lara Resende para reduzir estruturalmente o custo da dívida pública.
A expectativa é de que o BC aproveite a reunião para reafirmar seu compromisso com o controle da inflação e sua independência em relação ao debate político. Nas últimas semanas, o mercado reagiu negativamente tanto à piora da percepção fiscal

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A primeira decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) após as eleições ocorre sobre pressão inflacionária, tensões externas e uma desconfiança generalizada do mercado sobre a capacidade de o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva fazer uma política fiscal de reajuste das contas públicas, o que pressiona ainda mais os preços.
Até poucos dias atrás, a expectativa majoritária apontava para um novo corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic. O resultado das urnas inverteu a probabilidade, e grande parte do mercado já projeta a manutenção dos juros no atual patamar, de 13,75% até o fim deste ano. Há até quem aposte em pausa por um período maior, até o fim de 2027, como é o caso da XP.
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“Do que vou me arrepender quando tiver 80 anos?” Antes de construir a Amazon, ele tinha um emprego lucrativo em um hedge fund em Nova York e, à medida que a internet começava a decolar, Jeff Bezos viu uma oportunidade de construir algo grande vendendo livros online — mas ainda hesitava em deixar sua carreira para trás.
“O método que encontrei, que tornou a decisão incrivelmente fácil, foi o que chamei — e só um nerd chamaria assim — de método de minimização de arrependimentos”, disse Bezos em uma entrevista de 2001 à Academy of Achievement que ressurgiu nas redes sociais.
“Eu queria me projetar para o futuro, aos 80 anos, e dizer: ‘Ok, agora estou olhando para trás na minha vida, quero ter minimizado o número de arrependimentos que tenho’.”
Sua então esposa, MacKenzie Scott, er

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O cenário para o varejo no Brasil não está animador. Para os economistas, as pressões sobre o consumo devem continuar influenciando os resultados do terceiro trimestre e o horizonte macroeconômico incerto pode estender esse clima para o próximo trimestre e até 2027.
De acordo com a XP Investimentos, os orçamentos domésticos mais apertados continuam pressionando o consumo, com uma deterioração adicional dos gastos discricionários. Conforme estimativa da casa, cerca de 53% das empresas do setor de vestuário sob sua cobertura deverão apresentar contração da margem bruta.
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Para o Itaú BBA, o terceiro trime

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Após um verão escaldante em ambos os lados do Atlântico e um outono marcado por tempestades no Pacífico, a adaptação climática estará no centro das atenções de muitos participantes da COP deste ano. No entanto, uma nova pesquisa do McKinsey Global Institute sugere que, até 2050, o mundo pode estar deixando de lado US$ 690 bilhões em potenciais gastos anuais com adaptação.
O problema não é a falta de soluções nem de valor econômico. Sistemas de resfriamento podem proteger as pessoas do calor, a irrigação pode proteger as colheitas, e defesas contra enchentes podem proteger casas e empresas. Em média, as medidas de adaptação geram benefícios em perdas evitadas no valor de três vezes o seu custo.
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