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WhatsApp e drones foram usados para obter provas que levaram a operação no Rio

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Mensagens de WhatsApp e vídeos de drones foram usados como provas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) para embasar a denúncia que levou à Operação Contenção, deflagrada na última terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão. A informação foi revelada pela GloboNews nesta quinta-feira (30).
O documento, elaborado pelo Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) a partir de investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), acusa 69 pessoas de associação para o tráfico de drogas e descreve a estrutura hierárquica do Comando Vermelho (CV) na capital fluminense.
Segundo a denúncia, Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca ou Urso, é apontado como principal liderança do CV na Penha e em outras comunidades, como Gardên

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O Ministério Público de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira (30) uma operação que tem como alvo um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo nomes do alto escalão do Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre os alvos estão Eduardo Magrini, o Diabo Loiro, os filhos de Sérgio Mijão, um dos traficantes mais procurados do país, e Álvaro Daniel Roberto, o Caipira, acusado de comandar um núcleo que enviava cocaína para a Europa usando rotas que partiam do Paraguai, Bolívia e Peru.
Segundo a Polícia Militar, até o momento quatro alvos de mandados de prisão foram localizados — um deles foi morto durante troca de tiros com a polícia. Um policial ficou ferido durante a operação.
WhatsApp e drones foram usados para obter provas que levaram a operação no Rio
Denúncia do Ministério Públic

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