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Selic pode subir de novo? BC não hesitará se houver mudança de curso, diz diretor

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O diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton José David, afirmou nesta quinta-feira (9) que a instituição não terá “nenhum problema” em subir novamente a Selic se necessário, mas reiterou a mensagem de manutenção da taxa básica em 15% por um período prolongado.
Em participação em evento da Câmara Espanhola, em São Paulo, David afirmou que o ciclo de política monetária atual está diferente de outros ciclos, citando o nível de incerteza “bastante maior”.
“Neste cenário de incerteza, a condução da política monetária que se requer é algo mais restritivo do que se teria em outros casos”, pontuou David, acrescentando: “Se houver alguma alteração do curso, não teremos nenhum problema em ou subir, ou ajustar.”
David afirmou ainda que a decisão tomada pelo BC de interromper

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A alta de 0,48% no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrada em setembro, confirma a expectativa de aceleração pontual no indicador devido ao fim do bônus de Itaipu, pressão da bandeira tarifária vermelha e reajustes em diversas capitais. Com isso, a energia elétrica pesou no item Habitação (alta de 2,97%), mas a leitura geral dos economistas é que o índice segue convergindo à meta, e deve desacelerar em outubro.
Para Norberto Alves, gestor de renda fixa e juros ativos da Reach Capital, mais do que o percentual fechado do índice, os dados trazem informações qualitativas sobre a queda da pressão na inflação de bens e serviços. “O IPCA vinha em uma tendência de queda, mas tudo depende do horizonte de tempo. Existe uma preocupação em relação à aceleração dos núcleos,

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(Bloomberg) — Alguns anos depois de abandonar a New York University com o sonho de fazer sucesso no mundo das criptomoedas, Shayne Coplan estava tão quebrado que fez um inventário do seu apartamento no Lower East Side para vender pertences e pagar o aluguel.
Cansado das fraudes no mundo cripto, em 2019 ele começou a explorar as ideias do economista Robin Hanson sobre mercados de previsão e seu potencial para melhorar a capacidade da sociedade de identificar resultados prováveis.
“Essa é uma ideia boa demais para ficar só em artigos acadêmicos,” lembrou ele em uma postagem posterior no X. Então veio a Covid — o momento perfeito para desenvolver um app para pessoas presas em casa apostarem em resultados do mundo real, raciocinou. Ele começou a construir a Polymarket no banheiro d

A acreana Melinda Paulo Lima Machado, de 2 anos, foi diagnosticada há pouco mais de um mês com a síndrome de Prader-Willi, uma condição genética rara conhecida, principalmente, por causar fome insaciável em quem a possui. Melinda tem 16 quilos, peso acima da média para a idade.
Ela sempre teve muita fome. Comia nos horários, mas sempre queria mais e chorava quando terminava de comer, contou o pai, o servidor público Luan Machado.
Nos primeiros dias de vida, os pais já haviam notado alguns sinais diferentes. Melinda não chorou ao nascer, era bem “molinha” e não conseguiu mamar no peito. A família relata que ela conseguiu fazer a pega apenas uma vez e precisou ser alimentada com leite em um copinho.
Ainda assim, Luan e a esposa, a fotógrafa Darnele Machado, contam que ela parecia “saudável”

Google cria central de agentes de IA com rivais e robôs capazes de ligar
O Google lançou um novo pacote de ferramentas para dar a empresas a capacidade de construir, comprar e permitir a qualquer funcionário criar seu próprio agente de inteligência artificial.
Esses robôs são tratados como a próxima fronteira da IA, porque são feitos para tomar decisões de forma autônoma, ainda que a tarefa exija transações financeiras ou requeira interação com outras máquinas e seres humanos.
Munidos com informações de uma empresa, eles podem executar de processos internos, como avaliar currículos em busca de candidatos com habilidades específicas, a atividades externas, como atender clientes pelo telefone ou gerar campanhas de marketing.
O Google aposta no Gemini Enterprise para sair na frente das rivais

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