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O paulista Paulo Schiller faz suas traduções em meio a uma rotina atribulada de médico. Era pediatra, hoje atende em clÃnica como psicanalista. Usa as noites e os finais de semana para verter livros do húngaro ao português, lÃnguas muito distantes. Nessas brechas, traduziu o mais novo Nobel de Literatura.
A versão brasileira de “Satántángó”, único livro de László Krasznahorkai editado por aqui, tem a assinatura dele. Schiller levou o prêmio de melhor tradução da Biblioteca Nacional pelo trabalho para a Companhia das Letras em 2022.
E nem foi o primeiro Nobel com o qual trabalhou. Do outro escritor premiado da Hungria, Imre Kertész, traduziu “Ausência de Destino” para a Carambaia e “Liquidação” e “A LÃngua Exilada” para a Companhia.
Em conversa com o repórter, lembra que

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